3.4.13

Reino da Liberdade

Desejo-te os sonhos que desejas
Desde os mais estranhos
risos que anseias
na estrada das tuas entranhas

Falácia!, o Rei não sonha ventos
E de tempos em tempos
tem um pesadelo
Falácia, o Rei não tem recreio

Cantarolemos, queridos fantasmas
a sorrir sob a bruma no atol
e a saudar maltratados marujos

E na multidão descontrolada
me chamas a voar em volta do Sol
a ecoar a luz sobre o som azul...

Um comentário:

  1. Anônimo04:44

    Fico descrente com o som do silêncio neste poema
    nada ou pouco que eu já conheci tem essa música

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